| História e Missão |
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O Instituto dos Mares da Lusofonia - IML, Associação de Direito Privado sem fins lucrativos, criado em 13 de Julho de 2011, nasce pela necessidade de se estimular e intensificar a forma como os Países Lusófonos se posicionam individualmente e interagem entre si nas questões relacionadas com os oceanos. A sua génese teve por base os dois Congressos denominados Mares da Lusofonia, realizados em 2008 e 2010, cujas conclusões foram publicadas em livro e que reuniram conhecidos especialistas das várias disciplinas ligadas ao Mar, da ciência e cultura à economia e defesa. Esta iniciativa visa contribuir para o alargamento e para a disseminação dos conhecimentos científicos relativos ao uso dos espaços marítimos, bem como encontrar áreas comuns de cooperação, que potenciem o desenvolvimento das economias do mar nos diversos países de expressão portuguesa, procurando, desta forma, ir também ao encontro do espírito e objectivos definidos pela Comunidade de Países de Língua Portuguesa - CPLP. O IML desenvolverá um conjunto de iniciativas e actividades, das quais se destacam a execução periódica de seminários e conferências relativas ao Mar e à Lusofonia, a promoção de projectos de cooperação científica entre instituições de Países Lusófonos, assim como a criação e atribuição de bolsas de estudo em universidades e laboratórios científicos. De dois em dois anos serão promovidas as "Jornadas Rei D. Carlos", um congresso, com carácter rotativo entre os países lusófonos, subordinado á temática do Mar.
Missão 1. O IML tem por objecto social: a) Promover o estudo e a realização de trabalhos relacionados com o mar, o seu leito e subsolo, nos espaços sob soberania e jurisdição dos países lusófonos e sua divulgação; b) Estimular o intercâmbio nacional e entre os países lusófonos na investigação marítima; c) Contribuir para a criação e o desenvolvimento de iniciativas e projectos conjuntos entre os países lusófonos na área do mar e com ela relacionada. 2. Para a consecução do objecto social, o IML propõe-se desenvolver, prioritariamente, as seguintes actividades: a) Sensibilizar os Governos dos países lusófonos para o reconhecimento e importância do estudo do mar; b) Promover, de dois em dois anos, a realização das "Jornadas Rei D. Carlos" abordando as várias facetas da temática do mar, se possível, rotativamente, em cada um dos países lusófonos; c) Desenvolver iniciativas inerentes ao estudo do mar, bem como participar em acções da mesma natureza em conjunto com entidades públicas e/ou privadas; d) Conduzir projectos de inventariação de todas as entidades nacionais e internacionais ligadas ao conhecimento dos mares, da legislação nacional, comunitária e internacional, e de apoio ao desenvolvimento do estudo do mar, do seu leito e subsolo nos espaços marítimos dos países lusófonos; e) Promover a organização de workshops, publicações, seminários, conferências, colóquios, viagens de estudo e outras actividades afins; f) Colaborar ou associar-se com instituições públicas ou privadas, nacionais ou estrangeiras, preferencialmente de língua portuguesa, no que se refere à inventariação, caracterização, valorização, aplicação e gestão dos recursos do mar, do seu leito e subsolo; g) Promover e desenvolver projectos de cooperação científica e técnica sobre todos os assuntos do mar entre os países lusófonos; h) Estimular o intercâmbio nacional e internacional entre instituições ou associações congéneres. |