IML - Instituto dos Mares da Lusofonia

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Homenagem de Reconhecimento Marítimo

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Felicitando todos os homenageados, não queremos deixar de destacar o Vice-Almirante Henrique Alexandre da Fonseca, que actualmente, para além de Presidente da Confraria Marítima e Director da Revista de Marinha, é também membro da Direcção deste Instituto dos Mares da Lusofonia (IML).

 
Navio da Marinha portuguesa ajuda autoridades de S. Tomé e Príncipe na detecção de navio em infracção

navio stome

O navio patrulha “Zaire”, da Marinha portuguesa, em missão de capacitação da Guarda Costeira de S. Tomé e Príncipe participou nos últimos dois dias numa missão de fiscalização marítima conjunta com a Guarda Costeira e com a Direção das Pescas deste país.

Entres os dias 9 e 10 de janeiro foi realizada uma acção de vistoria, a cerca de 50 milhas náuticas a Este da cidade de São Tomé, ao navio “Nata 2”, com bandeira de Namíbia e Armador de Taiwan, numa operação que durou cerca de 20 horas.

O responsável técnico em matéria de fiscalização da pesca, um inspector da Direcção das Pescas, foi projectado para o navio namibiano, de 55 metros de comprimento e três metros e meio de calado, com uma guarnição de 28 tripulantes, a partir do navio patrulha da marinha portuguesa.

Para garantir a segurança durante toda a operação, foi igualmente projectada uma equipa de Fuzileiros Navais de São Tomé e Príncipe, formada para este efeito por Fuzileiros da Marinha portuguesa, ao abrigo do projecto “Zaire”. A acção foi observada a bordo por dois militares da Marinha portuguesa.

No decurso da vistoria, o inspector da Direcção das Pescas detectou a existência de pescado transformado a bordo, nomeadamente tubarão eviscerado e descabeçado.

Para além disso, este navio não arvorava a bandeira do seu país de pavilhão e não comunicou às autoridades santomenses a entrada na sua Zona Económica Exclusiva, conforme previsto na lei.

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Navio da Marinha portuguesa visita Costa do Marfim

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O navio patrulha “Viana do Castelo”, da Marinha portuguesa visitou a Costa do Marfim, na cidade de Abidjan, entre os dias 28 de Setembro de 1 de Outubro, no âmbito da cooperação no domínio da Defesa, diplomacia naval e apoio à política externa do Estado, inserida na iniciativa MAR ABERTO 2018.

Durante este período o navio desenvolveu acções no âmbito apoio à política externa do Estado, bem como outras ações de cooperação com a Marinha Nacional da Costa do Marfim, nomeadamente o embarque de oficiais desta Marinha, desenvolvendo exercícios conjuntos enquadrados no âmbito do apoio que Portugal tem vindo a realizar na ajuda à capacitação das Marinhas e Guardas-costeira de países irmãos procurando, desta forma, ajudar a reforçar a proteção das suas águas.

A Zona Económica Exclusiva (ZEE) destes países é rica em produtos naturais, bem como em pescado que devem ser preservados, protegidos e controlados para benefício das populações desses países.

A iniciativa MAR ABERTO pretende contribuir para robustecer a governança e a segurança marítima em parceria e cooperação com os países visitados, com o objectivo de desenvolver sinergias mútuas e incrementar a segurança marítima à escala regional e global, com impacto directo na livre circulação de pessoas e bens e para um melhor uso do mar dos respetivos Estados costeiros.

Esta iniciativa teve início em 2008 e realiza-se desde então todos os anos, com actividades nas áreas marítimas da Costa Ocidental Africana e Golfo da Guiné, com particular incidência nas atividades cooperativas com as Marinhas e guardas-costeira dos países amigos da região.

O “Viana do Castelo” segue agora viagem em direcção a Cabo Verde, onde permanecerá de 8 a 23 de outubro.

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APOIANTES do IV CONGRESSO - 2016

 

 

"...desenvolverá um conjunto de iniciativas e actividades - seminários e conferências relativas ao Mar e à Lusofonia..."


O Instituto dos Mares da Lusofonia tem por missão estimular e intensificar a forma como os Países Lusófonos se posicionam individualmente e interagem entre si nas questões relacionadas com os oceanos.

Esta iniciativa visa contribuir para o alargamento e para a disseminação dos conhecimentos científicos relativos ao uso dos espaços marítimos, bem como encontrar áreas comuns de cooperação, que potenciem o desenvolvimento das economias do mar nos diversos países de expressão portuguesa, procurando, desta forma, ir também ao encontro do espírito e objectivos definidos pela Comunidade de Países de Língua Portuguesa - CPLP.