IML - Instituto dos Mares da Lusofonia

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Grupo de Mergulho Forense da Polícia Marítima Portuguesa

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No  passado dia 16 de Fevereiro, realizou-se no Porto de Sesimbra uma demonstração de capacidades do Grupo de Mergulho Forense e Operações Policiais Subaquáticas (GMF-OPS) da Polícia Marítima, tendo também sido inauguradas as novas instalações de apoio a este grupo, com a presença do Secretário de Estado da Defesa Nacional, Dr. Marcos Perestrello, do Chefe do Estado-Maior da Armada e Autoridade Marítima Nacional, Almirante António Silva Ribeiro, e do Director-Geral da Autoridade Marítima e Comandante-Geral da Polícia Marítima, Vice-almirante Luís Sousa Pereira.

O GMF-OPS da Polícia Marítima é a única força policial no país com capacidade para investigação em ambientes marítimos subaquáticos, ligada a ocorrências que de alguma forma indiciem a prática de crimes, onde a detecção, recolha e preservação da prova são fundamentais no âmbito dos processos judiciais. Distingue-se, por isso, das demais forças policiais pela sua preparação e capacidade de intervir em áreas marítimas de particular complexidade, como é o caso  meio subaquático.

O GMF-OPS é constituído por 11 elementos, localizados no Continente e dois Grupos destacados na Madeira e nos Açores.

 
XIV Simpósio de História Marítima - Datas e Inscrições

logo academia

O XV SIMPÓSIO DE HISTÓRIA MARÍTIMA, vai ter lugar em 14, 15 e 16 de Novembro de 2017

O MAR COMO FUTURO DE PORTUGAL (c. 1223 – c. 1448)

A propósito da contratação de Manuel Pessanha como Almirante por D. Dinis”

 

O preenchimento e devolução da ficha de inscrição, a obter junto da Academia de Marinha, deverá ser efectuado até às seguintes datas:

16/JUN/2017 – inscrição provisória para apresentação do título da comunicação e respetivo resumo (até 1300 carateres), acompanhado de CV (no máximo de 1200 carateres)

08/SET/2017 – entrega do resumo do texto da comunicação (no máximo de 2500 carateres).

31/OUT/2017 – caso só pretenda assistir sem apresentar comunicação.

 

COMISSÃO ORGANIZADORA DO  XV SIMPÓSIO DE HISTÓRIA MARÍTIMA  -  ACADEMIA DE MARINHA

Edifício da Marinha

Rua do Arsenal

1149-001 LISBOA

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Desmobilização do navio-aérodromo brasileiro

nae sao paulo

 Em nota oficial, publicada no Boletim de Notícias (BONO) do dia 14 de Fevereiro de 2017, a Marinha do Brasil, anunciou a desmobilização de seu único navio-aeródromo (Nae), o NAe SÃO PAULO (A12), ao longo dos próximos três anos. O Almirantado tomou esta decisão, após concluir que o Empreendimento Modular do Programa de Modernização do Navio-Aeródromo (EMProModNAe) necessitaria de um longo período (cerca de 10 anos) para a sua conclusão, além de um alto investimento financeiro, envolvendo ainda incertezas técnicas – possivelmente quanto à substituição da instalação de vapor por um sistema integrado de propulsão diesel-eléctrico.

   A substituição do NAe, sob os auspícios do Programa de Desenvolvimento de Navios-Aeródromo (PRONAE) e das respectivas aeronaves embarcadas, pelo desenvolvimento do Sea Gripen (uma versão naval da aeronave Gripen NG), ocupa o terceiro lugar entre as prioridades da Marinha, logo após o Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB) / Programa Nuclear da Marinha (PNM) e a construção das corvetas classe TAMANDARÉ. Acredita-se que o custo total do PRONAE e do projecto  Sea Gripen será inferior ao da modernização do SÃO PAULO, acompanhado da aquisição de novas aeronaves embarcadas. Na data em que o navio terminasse a sua modernização, as actuais aeronaves A-4 Skyhawk provavelmente teriam chegado ao fim de sua vida útil.

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APOIANTES do IV CONGRESSO - 2016

 

 

"...desenvolverá um conjunto de iniciativas e actividades - seminários e conferências relativas ao Mar e à Lusofonia..."


O Instituto dos Mares da Lusofonia tem por missão estimular e intensificar a forma como os Países Lusófonos se posicionam individualmente e interagem entre si nas questões relacionadas com os oceanos.

Esta iniciativa visa contribuir para o alargamento e para a disseminação dos conhecimentos científicos relativos ao uso dos espaços marítimos, bem como encontrar áreas comuns de cooperação, que potenciem o desenvolvimento das economias do mar nos diversos países de expressão portuguesa, procurando, desta forma, ir também ao encontro do espírito e objectivos definidos pela Comunidade de Países de Língua Portuguesa - CPLP.